domingo, 24 de março de 2013

O Menino de Ouro


Depois da morte de seu filho, um casal decide adotar uma criança. Enquanto eles tentam se ajustar à nova vida, um dia um garoto aparece inesperadamente na sua porta.
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Delicadeza total neste filme, interpretação magnifica de Ioan Gruffud, um chamado de fé, num mundo tão frio e insensível como o nosso. Valeu cada minuto.


domingo, 17 de março de 2013


A realidade é a forma de servir um prato vazio. Devemos ser realistas ao ver que nada vem ao nosso prato antes que coloquemos algo nele.
Fau

domingo, 3 de março de 2013

O caso das laranjas


"Um sinal de maturidade é quando deixamos de culpar outros pelos nossos erros." 
Marcio Kühne

UM gerente foi procurado por um colaborador, que veio reclamar que um colega havia tido um aumento salarial e ele não, o que considerava injusto. Sem entrar no mérito do caso, o gerente pediu a este colaborador: "Você está vendo aquele caminhão que está vendendo laranjas, lá no outro lado da rua? Vá, por favor, ver o preço das laranjas." Sem entender o pedido do gerente, foi e logo voltou dizendo: "O preço de 1 dúzia de laranja é R$ 1,00." O gerente perguntou: "E se eu comprar 10 dúzias, será que o preço é o mesmo? Você pode verificar?" Sem saber responder, lá foi o sujeito perguntar de novo, e logo voltou. "Ele disse que se você comprar 10 dúzias, ele faz o preço de R$ 0,80 a dúzia. "Eu estou realmente interessa do nestas laranjas! E se eu comprar a carga inteira, a que preço ele fará a dúzia?" Já com expressão aborrecida, mais uma vez ele foi perguntar e voltou dizendo: "Se você comprar o caminhão todo, ele vende a dúzia a R$ 0,55." Agradecendo ao colaborador pediu para que ficasse ali e solicitou que o colega que havia tido o aumento fosse chamado à sua sala. Sorridente, ele logo entrou, e o gerente fez exatamente a mesma pergunta: "Você está vendo aquele caminhão que está vendendo laranjas, lá no outro lado da rua? Vá, por favor, ver o preço das laranjas. Rapidamente ele saiu e logo voltou com um saco de uma dúzia de laranjas debaixo do braço, e muito animado foi logo dizendo: "O preço de 1 dúzia é R$ 1,00. No entanto, se você comprar 10 dúzias ou mais, ele pode dar um desconto e vender a R$ 0,80 a dúzia. Mas se você quiser comprar a carga inteira o preço é de R$ 0,55 a dúzia. Aí eu disse ao vendedor que o meu gerente estava interessado no preço das laranjas, e ele me deu esta dúzia como uma amostra, para você poder avaliar a sua qualidade." O gerente agradeceu. O colaborador deixou a dúzia de laranjas na mesa e saiu.
Um silêncio se fez e o gerente nada teve a dizer, pois o colaborador que entrou reclamando, saiu tendo aprendido uma importante lição.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

A Cidade dos Resmungos


Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam.
No verão, resmungavam que estava muito quente.
No inverno, que estava muito frio.
Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair.
Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer.
Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs.
Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.
Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto às costas.
Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou :
— Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras estão cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade.
Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída.
Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos.
As pessoas riram que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz.
Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre os dois postes na praça da cidade.
Então segurando o cesto diante de si, gritou :
— Povo desta cidade ! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto. Trocarei seus problemas por felicidade !
A multidão se aglomerou ao seu redor.
Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas.
Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.
Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda.
Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro.
Então ele disse :
— Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.
Todos correram para examinar os problemas.
Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema.
Depois de algum tempo a corda estava vazia.
Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto.
Cada pessoa havia escolhido os seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo.
E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.
Colaboração: Renato Antunes Oliveira

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Há dois mil anos

Releitura.....foi a minha companhia antes e durante o carnaval.
A primeira vez que li, não tinha compreendido bem a dimensão da mensagem que este livro nos passa, e alguns anos depois reli com um outro olhar, digamos que mais questionador, e passados oito anos, mais uma vez me surpreendo com a riqueza de detalhes, e de aprendizado.
Sei que daqui alguns anos irei ler e encontrar novas lições que passaram desapercebidas, mas o que realmente importa, é a chance de extrair deste aprendizado algo que possa aplicar em minha vida,a questão de melhorar como ser em evolução, parece, mas não é nada fácil e muito menos impossível.
Existência minha, to arregaçando as mangas e buscando ir a luta....sei que a natureza não dá saltos, mas tenho que fazer minha parte. Apesar de muitos acharem que me cobro muito, mas só faço isto, porque não sei quem realmente quem sou ainda, mas tenho uma leve desconfiança,rsrsrs.....então se eu mesma não me modificar, ninguém mais fará isto por mim.
Dica: quando dispuserem de um tempo.....aproveitem as folhas desta encantadora obra.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Feliz Carnaval 2013!!!

"Carnaval é a alegria popular. Direi mesmo, uma das raras alegrias que ainda sobram para a minha gente querida. Peca-se muito no carnaval? Não sei o que pesa mais diante de Deus: se excessos, aqui e ali, cometidos por foliões, ou farisaísmo e falta de caridade por parte de quem se julga melhor e mais santo por não brincar o carnaval. Estive recordando sambas e frevos, do disco do Baile da Saudade: ô jardineira por que estas tão triste? Mas o que foi que aconteceu....Tú és muito mais bonita que a camélia que morreu. BRINQUE MEU POVO POVO QUERIDO! MINHA GENTE QUERIDÍSSIMA. É VERDADE QUE 4a FEIRA A LUTA RECOMEÇA. MAS, AO MENOS, SE PÔS UM POUCO DE SONHO NA REALIDADE DURA DA VIDA!" Dom Helder Câmara, 01 de fevereiro de 1975 durante sua crônica radiofônica "um olhar sobre a cidade"da Rádio Olinda AM.

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Para quem é da folia...brinquem, se divirtam!!
Para quem é caseiro....bom lazer junto da família e amigos!!
Simbôra ser feliz meu povo!!!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013



Não sejamos escravos do ontem, mas sim, donos do amanhã. Se construir um presente doloroso , plante um futuro alegre, no qual possa colher os frutos do amor, sem limites.

É assim...

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