sábado, 18 de janeiro de 2014

Dançando com a felicidade

"Quando o que somos é o que queremos ser, isto é felicidade." Marcio Kühne

DANIELA Pucci é paulistana e foi, desde sempre, uma aluna exemplar. Formada com uma das melhores notas da história da universidade, a Unicamp, um doutorado prestigiado e um prêmio internacional, em 2002, distinguindo-a como a melhor na sua área.
Daniela tinha a carreira lançada. Aos 28 anos, em 2003, Daniela entra como professora para o departamento de engenharia mecânica do MIT, aquela que é considerada a melhor universidade do mundo, pelo QS World University Rankings. Mas, apesar do sucesso e reconhecimento tanto no Brasil como além-fronteiras, ela não se sentia feliz. 
A vida profissional não deixava espaço para a pessoal e Daniela passou a se sentir como uma estranha no próprio corpo. A resposta estava no amor que encontrou: o tango. Apesar de sempre ter encarado a dança como uma atividade de lazer, Daniela Pucci se rendeu definitivamente quando foi a Buenos Aires pela primeira vez. Lá conheceu um outro amor, Luis Bianchi, dançarino profissional e agora companheiro de dança e de vida. 
"A incerteza dá muito medo. Deixar de lado um caminho que não é muito feliz, mas não chega a ser terrível, para apostar em algo sem garantia de resultado não é fácil. A mudança é incômoda". Mas o resultado, a sua felicidade, vale o esforço. Hoje, Daniela diz que vive "uma vida mais modesta" independente de quanto ganha em cada mês. "O principal para mim foi buscar um estilo de vida mais frugal, que me permite a liberdade de fazer o que quero", conclui. 
Ninguém, além de você, está no controle de sua felicidade. Portanto, ajuste as velas e corrija o rumo.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Não Espere Acontecer...

Era uma vez um rei que possuía larga extensão de terras.
Habituado a caminhar pelo seu reino, certa ocasião o soberano irritou-se com a aspereza do solo que lhe feria os pés.
Determinou que todas as estradas e todos os caminhos fossem cobertos por macios e belos tapetes.
Todos os súditos se empenharam em realizar a louca e difícil tarefa imposta pelo monarca.
Passaram-se alguns anos sem que o trabalho pudesse ser concluído.
Um dia, o exigente soberano, tomado por uma febre violenta, acabou morrendo sem ver seu desejo realizar-se.
Um velho sábio, ao tomar conhecimento daquela estranha história, comentou: "pobre rei! Morreu sem concretizar seu sonho e sem saber o quão fácil isso poderia ter sido!"
Ante a surpresa e a discordância manifestada por aqueles que o ouviam, esclareceu: "se o rei não queria ferir-se com a aspereza dos solos, bastaria que cortasse dois pedacinhos de tapete e os colasse na sola de seus próprios pés. Se assim tivesse agido, para ele, todo o seu reino seria acarpetado."
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Críticos sagazes, somos hábeis em tecer comentários cruéis a respeito de pessoas e de situações.
Somos ágeis em relacionar o que não nos agrada nos mais diversos lugares e ambientes.
Temos olhos de águia para criticar e condenar.
Estabelecemos listas infindáveis de coisas a serem melhoradas e corrigidas pelos outros.
Temos a convicção de que "se não fosse pelos erros dos outros o mundo poderia ser muito melhor."
Agimos como se fôssemos meros espectadores e como se não nos coubesse qualquer responsabilidade perante a vida.
Esperamos que as coisas se resolvam por si só, ou ainda, que as outras pessoas façam algo por nós.
Queremos um mundo onde as estradas sejam acarpetadas para garantir maciez aos nossos pés.
Mas, esperamos que os outros cubram nossos caminhos com belos e ricos tapetes.
Delegamos ao resto da humanidade a responsabilidade por toda a nossa desdita e pela nossa ventura.
Em virtude disso, vemo-nos destinados a reclamar infinitamente pela não realização de nossos sonhos.
Sonhos esses que teriam grandes chances de se concretizar se nos dispuséssemos a fazer a parte que nos cabe.
Não aguardemos pela iniciativa dos que nos cercam na realização do que a todos compete efetuar.
Quem cruza os braços em função da inércia alheia, confunde-se na multidão dos que nada fazem.
Responsabilizar os outros não produz nada de útil.
Apontar equívocos alheios não nos autoriza a ignorar os nossos próprios.
Ser capaz de reclamar não nos aprimora, nem garante a correção das falhas que apuramos.
Abandonemos a acomodação que há tanto nos acompanha e livremo-nos das garras da preguiça que nos alicia.
Tenhamos disposição para fazer o que nosso conhecimento e nossa capacidade nos permitem.
Pouco a pouco, a gota corrompe a pedra.
O raio de luz vence a escuridão.
O vento move a montanha e esculpe as rochas.
Demonstra a natureza que cada qual detém a possibilidade de alterar o que parece imutável.
Cada um, singela e constantemente agindo, pode marcar a face da história e transformar o rumo da vida.
Atos simples que não exigirão heroísmo, nem bravura, de nenhum de nós.
Atos cotidianos e aparentemente banais, mas que, em verdade, integram a missão individual de cada um perante Deus, o Grande Arquiteto do mundo.

Reflita sobre isso!

Recebi por email......espero que gostem.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

No universo de possibilidades



O comodismo é estéril, a inquietude é fértil." Marcio Kühne


CHRISTINE HÁ tornou-se a primeira concorrente – e claro, primeira vencedora – deficiente visual da terceira edição do programa MasterChef USA – um desafio gastronômico para amantes da cozinha que ainda não sejam profissionais. Natural de Houston, no Texas, Christine recebeu o diagnóstico de uma neuromielite óptica, doença na qual o próprio sistema imunológico da pessoa ataca os nervos ópticos e a medula espinhal. Em 2004, ela foi diagnosticada e, gradualmente, começou a perder sua visão. Ela descreve: "É como olhar para um espelho muito embaçado depois de um banho quente". Apesar dessa limitação e de nunca ter estudado gastronomia, a sua força e determinação e sentidos apurados (ela d epende ainda mais dos cheiros, sabores e até do toque de alguns ingredientes) a levaram a participar do programa que dá ao vencedor um prêmio de 250 mil dólares, o título e o troféu MasterChef, além do direito de publicar um livro de receitas. Christine andava pela cozinha do programa arrancando aplausos e lágrimas dos outros concorrentes. E do público também. Mas, dada a capacidade de Christine para criar refeições perfeitas com ingredientes surpresas (em um dos episódios ela teve que encarar um caranguejo vivo) correndo contra o relógio, muita gente se perguntou: Como pode ela ser cega? Christine diz que é preciso "muita organização" para cozinhar sem visão. Ao longo de 19 episódios, ela venceu sete vezes os desafios individuais e coletivos, e foi consagrada em setembro de 2012 e acaba de lançar seu livro de receitas, o "Recipes from My Home Kitchen: Asian and American Comfort Food". Christine tornou-se uma grande inspiração para todos.
Liberte-se dos limites auto impostos! Nada nem ninguém podem impedir sua transformação e mergulho no universo de possibilidades, exceto você mesmo, exceto seu medo, seu apego, sua ignorância!

É assim...

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