segunda-feira, 23 de julho de 2012

Nem tudo que reluz é ouro

Nunca tropeçamos nas montanhas, mas nas pequenas pedras. 
Não nos ferimos pisando em cima de grandes rochas, mas nas pequenas e pontiagudas. 
Na maioria das vezes, grandes quedas começam em pequenos tropeços. 
Em muitas ocasiões nos irritamos com o barro onde caímos, mas esquecemos de olhar a “casca de banana” onde escorregamos. 
Só colocamos foco na queda, porém, ela é o reflexo de um desequilíbrio. 
Geralmente a pedra de tropeço em nossa vida é pequena, e aparentemente inocente ou insignificante. 
As vezes esta pedra de tropeço pode vir também “enfeitada” como uma “grande vantagem”, como uma grande atração, uma “grande oportunidade”. 
Nesta vida, nosso desafio é não cair, e para isso acontecer temos que estar sempre atento onde pisamos. 
E nunca esquecer aquele velho e sábio ditado: 
“Quando a esmola é demais, até o santo desconfia”. 
Há um provérbio na Libéria que se enquadra bem: “ não olhe onde caiu, mas onde escorregou”. 
Uma excelente semana para você! 
Luiz Antonio Silva• Diretor e palestrante da PHAROL.•

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