quinta-feira, 28 de agosto de 2014

NÃO POR SEREM ORGULHOSOS

Sou bem na minha, nunca gostei de bajular ninguém, nunca gostei de forçar relacionamentos , seja ele qual for . 
Acho que amor, amizade é construção, é tempo, é alicerce, é conquista, é chegar junto e isto leva tempo. Respeito as pessoas e sua limitações também. 
Cada um tem um comportamento , cada um segue um tipo de conduta , cada um é do jeito que é e pronto. Sou daquelas que pensa assim, se alguém bate em minha porta, então me dê os cumprimentos quando eu abrir, para que eu possa dar as boas vindas e confiar a hospedagem certo? Mas não espere de mim o que eu não tenho pra oferecer, não me imaginem , não crie expectativas , porque sou falha, sou humana , e tenho muitos defeitos , apenas se aproximem e me conheçam , porque cada um oferece o que tem apartir do momento que lhe dão liberdade pra fazê-lo. 
Há pessoas que eu nunca falei um oi, e elas não sabem o quanto as admiro, o quanto as observo, o quanto eu me identifico. 
Há aquelas que estão chegando de mansinho, coisa boa isto, que não nos falávamos e hoje vez em quando estamos ali falando de coisa nossa , há aquelas que chegaram em minha casa ontem, e a presença delas me deixam super bem. 
Relacionamentos , convivência, aconchego é isto , é paciência, tolerância e sentimentos e se nada disto valer a pena é só cair fora sem agredir a casa que o acolheu . 
Não julque ninguém pelo que você ouviu falar, e nem sempre pelo que você esta vendo, porque os olhos da gente não vê coração e muitos hoje em dia usam uma certa proteção NÃO POR SEREM ORGULHOSOS, mas por terem se machucado muito nesta coisa chamada relação...

Cecília Sfalsin

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O DESPERTAR DE DIANA NO PLANO ESPIRITUAL

Certo dia, a princesa Diana vai procurar madre Teresa de Calcutá, abrindo-lhe o coração. Falou-lhe de suas angústias, do vazio que sentia em seu íntimo, muito embora, a sua, fosse uma vida de glamour. E confessou-lhe o desejo de fazer parte de sua ordem religiosa.

A madre comoveu-se ante o relato, cheio de ternura e confiança, e viu muita doçura e bondade na alma daquela mulher simples, porém muita rica e famosa. E, com grande carinho, buscou orientá-la.

Disse que ela era uma princesa e, como tal, não poderia pertencer à sua ordem religiosa, de extrema pobreza.

A Madre disse também:
- Diana, você pode doar esse amor às crianças indefesas. Na sua posição, você pode auxiliar muitas delas, que sofrem... A caridade pode ser exercida em qualquer lugar onde nos encontremos...

A princesa voltou para o seu palácio e, daí em diante, dedicou-se a visitar crianças vítimas da AIDS, essa enfermidade tão cruel, e auxiliou, com enorme carinho, crianças mutiladas pelas minas das guerras... Desde então, encontrou a alegria de ser útil, o prazer de servir.

Madre Teresa tudo acompanhava pelos informes da TV, da imprensa. E, entre aquelas duas mulheres, elos de amor passaram a existir.

O tempo correu. Alguns meses depois, a princesa, amiga dos sofredores, a "rosa da Inglaterra", como era conhecida mundialmente, veio a desencarnar num acidente que chocou a todos.

A madre, muito abalada, ao saber do fato, apressou-se a tomar providências e a cancelar compromissos, a fim de comparecer ao funeral, dias depois.

Algo, porém, alterou-lhe os planos. Sua saúde, muito instável, levou-a à cama. Alguns dias se passaram, e Madre Teresa veio também a falecer.

Joanna de Ângelis nos contou, então, o suceder dos acontecimentos do "outro lado".

Madre Teresa foi recebida numa festa de luz, sob a carinhosa assistência de Teresa de Lisieux, a Santa Terezinha do Menino Jesus, como é adorada na Igreja Católica. Permaneceu consciente de seu processo desencarnatório, na paz de consciência que sua vida honrada lhe fizera merecer.

E é então que a Madre pergunta à religiosa que lhe recebera, onde estava Diana. E Teresa de Lisieux lhe conta que a princesa, devido ao choque causado pelo acidente, estava dormindo, ainda em refazimento e recuperação.

Madre Teresa de Calcutá vela pela princesa, faz-lhe companhia, ora por sua harmonização.

E, no momento de despertar, quando Diana abre os olhos diante da vida espiritual e reconhece a grandeza do amor de Deus, eis que ela revê a Madre, a religiosa afetuosa e amiga que, com extremado amor, lhe diz:
- Agora, minha filha, você está pronta para ser aceita na minha ordem. Iremos trabalhar juntas, com a bênção do Senhor.

Nós, que sabemos como o mundo espiritual é fascinante, diz Divaldo, imaginemos o júbilo desse encontro.

Relato de: Divaldo Pereira Franco


-fonte: Missionários da Luz,

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Quem não pode perdoar destrói a ponte sobre a qual ele mesmo deve passar.
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