sexta-feira, 18 de abril de 2014

Quando a bondade se expressa

O rapaz estava desempregado. Fora despejado e dormia no carro. Carro, aliás, que ele não tinha, sequer, dinheiro para colocar combustível.
Chegou o dia em que estava com fome. Sem dinheiro para comprar alguma coisa, desesperou-se.
Noite fria, estômago reclamando, entrou numa lanchonete. Como não sabia quando seria sua próxima refeição, comeu a mais não poder.
Quando chegou a hora de pagar, fingiu que tinha perdido sua carteira.
Fez um barulho enorme e começou a procurá-la por todo lugar. Virou a lanchonete de cabeça para baixo.
De trás do balcão o cozinheiro, que era também o dono do lugar, saiu e foi até onde estava o rapaz.
Abaixou-se, fingindo que apanhava alguma coisa do chão, e entregou ao moço cem reais, dizendo-lhe: "acho que você deixou cair quando entrou."
O rapaz ficou mais confuso ainda, mas pagou a conta e saiu rapidinho.
"E se o dono do dinheiro aparecer?" - ele se perguntava, andando pela rua.
Até que se deu conta que, na verdade, o dono da lanchonete fingira achar o dinheiro.
Colocou gasolina no carro e rodou para outra cidade. Enquanto dirigia, agradecia a Deus o gesto daquele piedoso desconhecido.
E prometeu que, se sua vida viesse a melhorar, faria aos outros o que aquele homem fizera por ele.
O tempo passou. Ele teve fracassos, reveses. Até que, afinal, as dores da pobreza passaram.
Foi então que decidiu que era hora de honrar a promessa e cumprir o voto feito naquela noite escura de inverno.
Pelos anos seguintes, ele iniciou sua jornada de doações. Queria dar, mas não queria que as pessoas o agradecessem.
Começou a identificar pessoas realmente necessitadas. Assim, a família de um garoto de 14 anos, que sofria de leucemia, encontrou uma boa soma de dinheiro em sua caixa de correio.
Uma viúva, com sete crianças e dois netos, foi surpreendida com várias notas, colocadas embaixo de sua porta.
Um jovem que precisava de um transplante de pulmão respirou aliviado, quando em sua conta apareceu a expressiva soma que precisava para a cirurgia.
Ele pagou aluguel, prestações de carro, contas de mercado, sempre sem aviso e sem ficar por perto para elogios.
A sua alegria era a expressão no rosto das pessoas beneficiadas.
Agora só faltava agradecer a quem o socorreu, quando precisou.
Procurou pelo dono da lanchonete, durante quase um ano. O local conhecido estava fechado.
Arranjou um encontro, dizendo-se historiador e que desejava fazer uma matéria sobre pessoas antigas daquela localidade.
Chegou carregado de presentes, além de avultada quantia em dinheiro. Ao se deparar com o seu benfeitor de outrora, disse-lhe: "eu sou aquele sujeito que você ajudou, 29 anos atrás. Você mudou a minha vida, naquela noite."
O ex-dono da lanchonete, agora aposentado, com 81 anos de idade, chorou, tamanha emoção, ao lado da sua esposa, agora gravemente doente, lutando contra um câncer e o mal de Alzheimer.
Por causa da situação, estava atolado em contas hospitalares. O dinheiro fora mandado por Deus.
Para o antigo beneficiado era um simples gesto de gratidão. Para aquele idoso o dinheiro era o acenar de um novo tempo, sem provações.
***
Fomos criados para amar.
E importar-se com os outros é caminho para a felicidade.
Assim, sempre que possível espalhe bondade ao seu redor. O mundo em que vivemos depende dela.
Equipe de Redação do Momento Espírita com base no cap. O princípio do altruísmo, do livro Muito além da coragem, de Chris Benghue, ed. Butterfly.
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A bondade se expressa de várias maneiras, e ser acolhedor é uma delas, fazem dezesseis anos que resido em Pernambuco, porém mês que vem volto de mala e cuia para São Paulo, cheia de expectativas, sonhos. 
Fui muito bem acolhida por onde passei, conquistei presentes valiosos da amizade, carinho, respeito enfim....admiração por pessoas, por suas lutas, suas histórias, seus exemplos.
Estou com o coração tão apertado, nem fui mas já estou com saudades, o que alivia este aperto todo, é saber que sempre vou ter um lugar com pessoas mais que especiais para visitar.
Em uma época como esta, como a Páscoa que é um momento de renovação.....recomeço....e quem me conhece sabe que amodoro Quintanear....Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo!!
Recomeço....Reencontro...
Feliz Páscoa....com alegria, sempre!!!

quarta-feira, 9 de abril de 2014

João de Barro

O meu desafio é andar sozinho
Esperar no tempo os nossos destinos
Não olhar pra trás, esperar a paz
O que me traz
A ausência do seu olhar
Traz nas asas um novo dia
Me ensina a caminhar
Mesmo eu sendo menino, aprendi
Oh, meu Deus, me traz de volta essa menina
Porque tudo que eu tenho é o seu amor
João de Barro, eu te entendo agora
Por favor, me ensine como guardar meu amor
O meu desafio é andar sozinho
Esperar no tempo os nossos destinos
Não olhar pra trás, esperar a paz
O que me traz
A ausência do seu olhar
Traz nas asas um novo dia
Me ensina a caminhar
Mesmo eu sendo menino, aprendi
Oh, meu Deus, me traz de volta essa menina
Porque tudo que eu tenho é o seu amor
João de Barro, eu te entendo agora
Por favor, me ensine como guardar meu amor
Oh, meu Deus, me traz de volta essa menina
Porque tudo que eu tenho é o seu amor
João de Barro, eu te entendo agora
Por favor, me ensine como guardar meu amor
Oh, meu Deus, me traz de volta essa menina
Porque tudo que eu tenho é o seu amor
João de Barro, eu te entendo agora
Por favor, me ensine como guardar meu amor
Meu amor
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Ando naqueles dias que só quero ouvir determinada música.....perfeita!!!

domingo, 6 de abril de 2014

Um chá de ternura


O que faz doer a alma é viver das sobras do tempo, restos de carinho e retalhos de atenção." Marcio Kühne


É uma avó que conta que, certo dia, sua filha lhe telefonou do Pronto-Socorro. Sua neta, Robin, de apenas seis anos, tinha caído de um brinquedo, no pátio da escola, e havia ferido gravemente a boca. A avó foi buscar as irmãs de Robin na escola e passou uma tarde agitada e muito tensa, cuidando das crianças, enquanto aguardava que a filha retornasse com a menina machucada. 
Quando finalmente chegaram, as irmãs menores de Robin correram para os braços da mãe. Robin entrou silenciosa na casa e foi se sentar na grande poltrona da sala de estar. O médico havia suturado a boca da menina com oito pontos internos e seis externos. O rosto estava inchado, a fisionomia estava modificada e os fios dos cabelos compridos estavam grudados com sangue seco. A garotinha parecia frágil e desamparada. A avó se aproximou dela com o máximo cuidado. Conhecia a neta, sempre tímida e reservada. 
– "Você deseja alguma coisa, querida?", perguntou. Os olhos da menina fitaram a avó firmemente e ela respondeu: 
– "Quero um abraço". 
Quando o coração está dilacerado, quando a alma está cheia de curativos para disfarçar as lesões afetivas, gostamos e precisamos que alguém nos conforte. E você? Já abraçou alguém hoje?

sábado, 5 de abril de 2014

Carona

A minha carona de manhã para o trabalho coloca as músicas do tempo  estrelinha com bolinha, a diferença é que conheço as mesmas músicas só que na voz de outros cantores, daí já viu né.....só risos....mas vou sentir falta em breve das minhas novas amizades. Mudanças são tumultuadas em todo sentido, porém necessárias para crescer.
Porque será que mudar, renovar e inovar dói tanto??
Tentando ficar legal, vou aumentar o som.....bom sábado!!

É assim...

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ou é assim...

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