domingo, 17 de fevereiro de 2013

A Cidade dos Resmungos


Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam.
No verão, resmungavam que estava muito quente.
No inverno, que estava muito frio.
Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair.
Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer.
Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs.
Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.
Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto às costas.
Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou :
— Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras estão cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade.
Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída.
Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos.
As pessoas riram que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz.
Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre os dois postes na praça da cidade.
Então segurando o cesto diante de si, gritou :
— Povo desta cidade ! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto. Trocarei seus problemas por felicidade !
A multidão se aglomerou ao seu redor.
Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas.
Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.
Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda.
Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro.
Então ele disse :
— Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.
Todos correram para examinar os problemas.
Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema.
Depois de algum tempo a corda estava vazia.
Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto.
Cada pessoa havia escolhido os seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo.
E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.
Colaboração: Renato Antunes Oliveira

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Há dois mil anos

Releitura.....foi a minha companhia antes e durante o carnaval.
A primeira vez que li, não tinha compreendido bem a dimensão da mensagem que este livro nos passa, e alguns anos depois reli com um outro olhar, digamos que mais questionador, e passados oito anos, mais uma vez me surpreendo com a riqueza de detalhes, e de aprendizado.
Sei que daqui alguns anos irei ler e encontrar novas lições que passaram desapercebidas, mas o que realmente importa, é a chance de extrair deste aprendizado algo que possa aplicar em minha vida,a questão de melhorar como ser em evolução, parece, mas não é nada fácil e muito menos impossível.
Existência minha, to arregaçando as mangas e buscando ir a luta....sei que a natureza não dá saltos, mas tenho que fazer minha parte. Apesar de muitos acharem que me cobro muito, mas só faço isto, porque não sei quem realmente quem sou ainda, mas tenho uma leve desconfiança,rsrsrs.....então se eu mesma não me modificar, ninguém mais fará isto por mim.
Dica: quando dispuserem de um tempo.....aproveitem as folhas desta encantadora obra.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Feliz Carnaval 2013!!!

"Carnaval é a alegria popular. Direi mesmo, uma das raras alegrias que ainda sobram para a minha gente querida. Peca-se muito no carnaval? Não sei o que pesa mais diante de Deus: se excessos, aqui e ali, cometidos por foliões, ou farisaísmo e falta de caridade por parte de quem se julga melhor e mais santo por não brincar o carnaval. Estive recordando sambas e frevos, do disco do Baile da Saudade: ô jardineira por que estas tão triste? Mas o que foi que aconteceu....Tú és muito mais bonita que a camélia que morreu. BRINQUE MEU POVO POVO QUERIDO! MINHA GENTE QUERIDÍSSIMA. É VERDADE QUE 4a FEIRA A LUTA RECOMEÇA. MAS, AO MENOS, SE PÔS UM POUCO DE SONHO NA REALIDADE DURA DA VIDA!" Dom Helder Câmara, 01 de fevereiro de 1975 durante sua crônica radiofônica "um olhar sobre a cidade"da Rádio Olinda AM.

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Para quem é da folia...brinquem, se divirtam!!
Para quem é caseiro....bom lazer junto da família e amigos!!
Simbôra ser feliz meu povo!!!

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013



Não sejamos escravos do ontem, mas sim, donos do amanhã. Se construir um presente doloroso , plante um futuro alegre, no qual possa colher os frutos do amor, sem limites.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Pensar é ser...


Fénelon escreveu que "o mais infeliz dos homens é aquele que assim se julga,porque a desgraça depende menos das coisas que sofremos do que da imaginação com que aumentamos a própria infelicidade".
O mais infeliz dos homens é aquele que assim se julga. Uma grande verdade, porque felicidade e infelicidade são estados mentais.
Não são os acontecimentos, em si, que fazem uma pessoa feliz ou infeliz, mas a idéia que essa pessoa faz desses acontecimentos.
Uma outra frase diz: "os tristes dizem que os ventos gemem; os alegres acham que os ventos cantam".
Tudo é questão de ótica mental.
Você vê e sente as coisas através da mente.
Pode ser que você tenha errado, feito besteiras, fracassado, que ninguém é infalível e nem perfeito.
Mas ao invés de ficar aí se lamentando pelos cantos da casa, ou pelos consultórios psiquiátricos, levante a cabeça, corrija a direção do seu barco e siga em frente.
Ficar se lamentando é uma maneira de perder tempo e vida.
Siga em frente.
Às vezes, o barco bater num galho de árvore, sofrer o atrito de um banco de areia, chocar-se com outro barco, mas seguindo em frente você somente ficará com a parte boa do acontecido, que é a lição para acertar melhor o roteiro e a certeza de que está chegando sempre mais próximo do objetivo.
Se vai adiante, poderá acertar a rota. Se fica parado, a chorar o leite derramado, jamais chegará onde deseja.
Por todas essas considerações, você percebe que a sua mente faz a sua felicidade ou infelicidade, o sucesso ou a depressão, enfim a sua vida.
Preste bem atenção ao conteúdo das suas reflexões diárias sobre os fatos e situações, pois aí está a explicação do que lhe acontece.
Se vive se queixando da vida, achando que não adianta fazer nada, vendo fantasmas e demônios por toda parte, sua vida irá de mal a pior, pois o que você planta na mente, colhe na realidade.
Inunde sua mente, a sua alma, o seu coração, com a energia da felicidade.
Proclame interiormente a felicidade, imagine-se feliz e verá que esta causa mental trará consigo o efeito correspondente.
Pensar é ser...

É assim...

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ou é assim...

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